No salto, porém culta. #4: Marley e eu.

27 ago

Chamavam-se John e Jenny, eram jovens, apaixonados e estavam a começar a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, “um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro”, que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava-se todo por cima das visitas, roubava roupa interior feminina e abocanhava tudo a que pudesse deitar o dente. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem, tão pouco, a “escola de boas maneiras”, de onde, aliás, foi expulso. Só que Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Partilhou a alegria da primeira gravidez do casal e o seu desgosto com a morte prematura do feto, esteve sempre presente no nascimento dos bebês ou quando os gritos de uma vítima de esfaqueamento ecoaram pela noite dentro. Conseguiu ainda a “proeza” de encerrar uma praia pública e arranjou um papel numa longa-metragem, através do qual se fartou de “conquistar” corações humanos, ao mesmo tempo em que bagunçava a vida de todo mundo. Por todo esse tempo, ele continuou firme, em um modelo de devoção, mesmo quando sua família estava quase enlouquecendo. Assim, eles aprenderam que o amor incondicional pode vir de várias maneiras.

Não sou muito fã de cachorros, admito! Mas esse livro me conquistou. A forma como Jonh Grogan o escreve é surpreendente. Exatamente, como é necessário para prender a atenção do leitor, citando fatos que ainda acontecerão, despertando a nossa curiosidade. No livro encontrei o amor, o respeito e o companheirismo entre o cão e seus donos, pois pude ter a consciência que um animal reforça os laços familiares e nos coloca diante das verdadeiras importâncias da vida. O livro nos faz rir e chorar com as façanhas de Marley. É uma história de amor cheia de entusiasmo canino. Como John Grogan descreve em seu livro, mesmo um cão maluco pode “mostrar aos seres humanos o que realmente importa na vida: lealdade, devoção, simplicidade, alegria. E também as coisas que não tem importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou burro, educado ou analfabeto. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que importa ou não.” (pag. 292) “Marley e eu” é um bom livro pra relaxar a mente, pra iniciar o processo de leitura e para aprender uma lição que todo cão tira de letra: amizade e altruímo. Acima de tudo, lealdade incondicional.

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11 Respostas to “No salto, porém culta. #4: Marley e eu.”

  1. Samara Correia 27/08/2010 às 20:33 #

    Aihhh eu não li o livro ainda, mas vi o filme!!

    Pensa numa pessoa que chorou, quase secou de tanto chorar!!! (EU)

    O filme é tão lindo, e eu amo cachorro, e lembrei de quando perdi minha primeira cadela… Nossa, é uma dor tão grande, pq o animal faz parte da família, é como um grande amigo. O filme foi muito sincero em mostrar como a amizade é simples e cativante. Imagino que o livro deve ser tão bom quanto o filme =D

    bjus

  2. kammy 27/08/2010 às 21:37 #

    oi flor, chorei pacas nesse filme =/
    a historia eh linda, sou tao viciada que li o livro e assiti o filme hihi
    mil beijinhos
    kammy

  3. Retreschic 27/08/2010 às 22:26 #

    Ah esse livro é lindo! Eu chorei muito vendo o filme. haha
    Beijinhos

  4. Daniela 28/08/2010 às 12:38 #

    Primeira vez q eu chorei lendo um livro…
    O filme meu pai teve q me dar água com açúcar no final… de TANTO q eu chorava…
    Só quem tem e AMA um cachorro é q sente a história desse livro…

    PERFEITO!!!

  5. Natalia Barnabá 28/08/2010 às 14:23 #

    Choro demais com esse filme!! É maravilhoso!!!
    Beijos!

  6. Inara Cristina 28/08/2010 às 19:07 #

    Meninaaa eu morro pelos cachorros!

    Eu li o livro.. amei…
    Vi o filme, chorei hahahha
    É uma coisa impressionante! hehehe

    Beijocas flor

  7. Lalah 28/08/2010 às 19:41 #

    ah nem precisa dizer que eu chorei no filme né! não li o livro mas morro de vontade! só falta mesmo a oportunidade!
    beijo!

  8. Carol 28/08/2010 às 21:45 #

    Adorei o título do post, combinou muito! rs

    Ai menina, eu AMO cachorros e os grandes! Labradores, Bassets, São Bernardos, adoro cachorro grande que dá vontade de apertar! rs

    Eu assisti esse filme no cinema e chorei horrores no final, me dá uma tristeza quando vejo algo sobre cães morrendo ou sendo maltratados. :~

    Beijos

  9. Camila 28/08/2010 às 21:55 #

    Nossa chorei muuuito quando li o Marley, é realmente emocionante!

  10. Teddy 28/08/2010 às 22:47 #

    sabe que ainda eu não vi nem o filme nem o livro? hehehe
    mas me deu uma vontade! hehe beeijo

  11. Camila | Hoje Acordei Fashion! 30/08/2010 às 22:31 #

    Ai chorei tanto com o filme, imagina com o livro!!

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